O impacto que a imunologia na rotina médica esta cada vez mais intenso. Nós médicos temos que estar prontos para essa nova era, precisamos nos preparar para o uso racional dos imunobiológicos e das pequenas moléculas.

Na dermatologia, o manejo das dermatoses inflamatórias melhorou em muito a qualidade de vida de nossos pacientes. Esse resultado decorreu tanto pela maior eficácia das medicações, como pelo melhor perfil de segurança, com menos #efeitoscolaterais, especialmente se compararmos com os corticoesteróides e os imunossupressores clássicos. Na psoríase as terapias alvo já são realidade, com a dermatite atópica temos uma revolução em andamento, assim como para diversas outras dermatoses, como vitiligo e alopecia areata. A minha pergunta é: como está o uso dos biológicos para as colagenoses ?

Grupo de doenças complexas, que tem em comum serem multissistêmicas, com presença de auto-anticorpos e manifestada por uma miríade de sintomas, possuem um complexidade clínico-laboratorial refletida por diferentes fenótipos clínicos. A terapia (atual) se baseia primordialmente em imunossupressão crônica, geralmente inespecífica – conduta de alto custo para os nossos pacientes.

Neste cenário quero conversar hoje sobre o atual cenário das novas opções terapêuticas para alguma das colagenoses:

Vamos utilizar como ponto de partida os processos imunopatogênicos em vez da doença em si. Já pensou desta forma? Vamos comparar a mecanística com as evidências de ensaios para podermos entender quais das medicações alvo cabíveis já estão em uso e quais tem perspectiva para uso em futuro próximo. Neste artigo de hoje, quero trazer a perspectiva de um raciocínio imunológico, para podermos definir a melhor conduta de nossos pacientes.

Clique aqui para assistir à live completa sobre este assunto…

 

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